Alquimia e Necromancia

Introdução
Alquimia é a arte de preparar elixires capazes de efeitos poderosos, que muitas vezes simulam os encantos possuídos pelos mágicos. De posse desse poder, seus praticantes (os alquimistas) podem trazer a cura a muitos males que atormentam os povos livres. Porem esse mesmo poder pode ser utilizado para finalidades vis, e muitos alquimistas se deixaram corromper pelo poder negro de Sauron e agora o serve fielmente.
Ate a Terceira Era, os alquimistas negros possuíam apenas a especialização da Feitiçaria para praticar elixires malignos, e mesmo possuindo apenas essa especialização eles já causam grandes estragos por onde passavam. Mas agora eles ganharam uma nova e terrível arma. Eles finalmente conseguiram criar a necromancia na alquimia. Apesar de ser uma arte ainda incompleta, ela tem se demonstrado uma arma poderosa nas mãos do poder negro de Mordor.

Alquimia e a Necromancia
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Alquimia é a arte de preparar elixires poderosos, capaz de ter um efeito tão poderoso quanto os encantos dos mágicos. De posse desse poder, seus praticantes, os Alquimistas, podem trazer a cura a muitos males que atormentam os povos livres. Através desses elixires os Alquimistas também ganham mais uma arma para combater a Sombra, pois muitos elixires ferem os malignos, principalmente os elixires criados pela escola do Fogo Secreto.
Mas a Alquimistas nas fileiras negras de Sauron. Eles criam encantos terríveis, que espalham a dor e o sofrimento por onde passam. Eles corrompem a terra e criam poderosos venenos. Esses Alquimistas utilizam a escola da Feitiçaria com grande habilidade.
Se a Alquimia conseguiu duplicar as escolas da magia, porque não duplicar também a escola da necromancia? Muitos necromantes tentaram criar essa escola na Alquimia, mas foi O Alquimista Negro que finalmente conseguiu. Seu feito foi tão importante e bem visto por Sauron, que ele foi presenteado com a liderança da Cabala dos Necromantes, participando do seleto grupo que comanda todos os necromantes que servem Sauron.
Mas para existir uma sombra é necessário que ela seja criada por uma luz. Para o Alquimista Negro, os bons de coração podem contar com Mírwen, A Pura, uma Sindar alquimista que após ter tido conhecimento que a alquimia estava sendo utilizada na necromancia, começou a estudar profundamente a necromancia. Muitos olharam com desconfiança esse estudo, mas quando ele começou a criar elixires para combater os necromantes e seus servos mortos-vivos, todos agradeceram por Mírwen ter iniciado seus estudos.

Aspectos Históricos
Ainda durante os primórdios da Segunda Era, muitos necromantes e alquimistas tentaram duplicar a escola da necromancia para a alquimia. Mas na época a necromancia ainda estava começando a engatinhar, e possuía muitas falhas que apenas mais tarde foram corrigidas. Porem, mesmo no final da Segunda Era, quando a necromancia estava plenamente desenvolvida, a criação da necromancia na alquimia ainda estava longe de ser desenvolvida.
Porem, no inicio da Terceira Era surgiu um nome que iria mudar para sempre o estudo da alquimia e da necromancia. Seu nome verdadeiro se perdeu no tempo, mas sua acunha, O Alquimista Negro perdura ate hoje. Ele foi um alquimista que em vida serviu a Sauron pessoalmente, mas que foi morto por magos em uma tentativa fracassada de destruir uma vila.
Muitos se perguntam quem é esse Alquimista Negro, mas isso parece ser algo muito difícil de conseguir, pois o Alquimista Negro já foi visto como um númenoriano negro, para algum tempo depois alguém alegar que o Alquimista Negro é um hobbit! Alguns dizem que Alquimista Negro não é uma pessoa, e sim um titulo que é dado ao maior alquimista que serve a Sauron.
Isso não importa! O que realmente importa é que finalmente a alquimia tinha conseguido duplicar a escola da necromancia, e agora os servos de Sauron tinha mais uma arma contra os povos livres, e ao contrario da magia da Necromancia, que é algo extremamente difícil de conseguir dominar, pois apenas um necromante legitimo consegue atingir o pleno desenvolvimento dessa escola, a alquimia é praticamente mais largamente.
Porem, como aconteceu com a magia, a alquimia ainda é uma ciência muito incompleta e defeituosa. Apesar de ser uma poderosa arma contra a Sombra, ela tem se virado contra o próprio praticante com certa freqüência, e muitos alquimistas e necromantes tem usado esse conhecimento apenas em ultimo caso. Mas o dia que ela finalmente estiver completa, ela será uma arma poderosa demais para estar em mãos inimigas! Porem, os povos livres também têm suas armas contra a necromancia, e ela foi criada por uma Elfa Sindar.
Quando os relatos dos elixires corrompidos da necromancia começaram a circular, uma Elfa Sindar chamada Mírwen ficou extremamente preocupada com isso e começou a estudar essa arte da necromancia na alquimia, para assim criar uma arma para combater esses terríveis alquimistas. Suas pesquisas foram vistas com maus-olhos pelos demais elfos, pois eles sabiam que a necromancia era extremamente corruptora, mas Mírwen não deu ouvido a eles e continuou suas pesquisas.
Durante suas andanças pela Região de Bri ela encontrou uma torre arruinada, onde mortos-vivos tomavam conta. Mesmo com seu poder, os mortos-vivos por pouco não roubaram sua vida, pois eles eram extremamente poderosos. Quando entrou na torre ela descobriu uma biblioteca imensa sobre diversos assuntos, principalmente necromancia e alquimia. Ela se apressou em chamar mais pessoas para ajudar a carregar os livros, enquanto deixou diversos elfos tomando conta do lugar para caso seu antigo dono voltasse, mas ele nunca voltou.
De posse dos livros ela começou a estudar ainda mais, e quando muitos Noldor estavam quase tomando a atitude de confiscar os livros para queimar e pedir para Mérwin abandonar suas pesquisas, todos ficaram surpresos, pois o primeiro elixir que combatia os poderes da necromancia foi criado. E eles não combatiam apenas a especialização da necromancia na alquimia, ele também era útil contra a escola mágica da necromancia!
Depois do sucesso de suas pesquisas, os elfos começaram a ajudar na pesquisa de Mérwin, e alguns anos depois os elfos viram o terrível engano que eles iam cometer em impedir as pesquisas, e as injustiças em desconfiar de Mérwin. Como pedido de desculpas eles passaram a chamar Mérwin de Mérwin, A Pura, e seus elixires já estão rodando o mundo nas mãos de sábios.

Regras Gerais
Por ser uma escola ainda em desenvolvimento, os elixires da escola da necromancia é muito volátil, o que tem causado uma serie de problemas para seus praticantes. Abaixo segue as regras gerais para a utilização dessa nova escola da alquimia.
– Qualquer um pode utilizar essa escola, ao contrario da magia que precisa estar completamente corrompido.
– Essa escola ainda é totalmente maligna, e por isso sempre que um alquimista criar ou usar um elixir desse tipo, ele ganha deve fazer um teste de corrupção. Em caso de sucesso ele ganha 1 ponto de corrupção. Se falhar adquire 2 pontos de corrupção.
– Qualquer falha total na criação de um elixir dessa escola é considerada uma falha desastrosa e uma falha desastrosa causa efeitos realmente devastadores. Esses terríveis efeitos ficam a cargo do narrador (pode soltar toda sua crueldade!).
– O NA para a criação dos elixires da necromancia costuma ter um NA mais alto que os demais. O NA normalmente gira em torno de 12, sendo que alguns são ainda maiores.
– Qualquer uso do encanto Sentir Poder irá detectar o elixir como um “Poder Intenso” e altamente maligno. Se o elixir estiver a ate 10 metros, não é necessário nenhum teste de Observar (Sentir Poder) para detectar a maldade no elixir.
– Os elixires que criam mortos-vivos quando tem uma falha desastrosa (ou seja, uma falha total) cria o morto-vivo conhecido como A Maldição (ver detalhes no site www.minasmorgul.com.br, na matéria A Maldição, O Terror dos Necromantes). Mas no caso de uma falha desastrosa o infeliz alquimista cria uma maldição de uma categoria acima do que deveria criar. No caso de uma falha desastrosa em um morto-vivo superior pode criar algo REALMENTE terrível. Quem sabe uma Maldição racional… ou algo ainda pior! Por isso a criação de mortos-vivos superiores com o uso da alquimia é extremamente desaconselhável.
Por: Rbetaum

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3 comentários em “Alquimia e Necromancia”

  1. A arte da alquimia,que eu saiba,é a composição,decomposição e recomposição do objeto;a transmutação;troca equivalente.

    1. Releve estas questões de o que significa e representa o que, afinal, este texto é um texto de ficção, não possuindo e sem qualquer intenção de possuir relações com situações reais.

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